Primeiro, quero agradecer a Cibele, minha noiva (pasmem) que me ajudou no título dessa crônica.

        Depois de tantos relacionamentos que seguiram uma sequência lógica-não lógica de inicio, meio e fim, percebi que “Paciência” em um relacionamento, existe para alguns, ou aparece quando for necessária.

        Eu não tenho muito tempo de paciência, pois a paciência é suprimida de acordo com o tempo. Eu canso fácil, e fico com cara de bunda conforme as coisas não seguem como quero.

        O fato de ter paciência, eu acho que pode estar associada ao simples fato de deixar as coisas fluirem, ou simplesmente, enxergar e não ver, ou ver e não enxergar.

        Canso fácil, e fico chato com o tempo. Esse sou eu.

        No relacionamento, o fato de ser paciente não deveria ser um fato, mas sim algo pouco necessario, pois no relacionento deve-se ter entendimento e sensatez, e não paciência, pois ai sim torna-se tolerância.

        Tolerância é uma palavra que gera conflito no casal, pois tolerar não é entender, e sim, obrigar-se a aceitar.

        Quando isso torna-se visível, é grande a probabilidade da relação caminhar ao destino de inicio (aonde inicia-se a paixão) meio (aonde continuamente conhecemos o parceiro (a)) e fim (causado por declínios de tolerância).

        Por isso, quando cria-se um senso crítico-analítico, a tolerância surge como um precursor de embates psicologicos entre o casal, sendo as brigas de interesses, resultados de uma tolerância, oriunda de um desacordo mutuo.

        Posso usar uma metodologia que encaixa-se nesse aspecto: Tese + Antítese = Uma Sintese.

        Toda ação, exige uma reação. Toda reação gera um acordo ou gera um conflito. Um conflito gera um empasse. Um empasse gera um resultado, podendo ser: A=Separação ou B=Traição ou C=Discussão ou D= Foda-se, são todas as outras.

        Tudo o que foi escrito, deve ser analisado de forma que: TUDO é fruto da PACIÊNCIA.

        Eu digo por mim: Paciência é necessário. Eu sei, mas não uso a formula, pois peguei DP em matemática e só uso as formulas que me cabem.

        Aceito, imponho, exijo, tenho.

        Imponho, exijo e me ferro.

        Novas formulas, novas nomeclaturas, novas crônicas.

        Até agora não entendi nada do que eu mesmo escrevi.

Rodrigo Bianchini

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