A arte de falar mal do outros, sem ser identificado, é uma arte para poucos.

        Já vi casos de pessoas que “arregaçam” de falar mal de outras pessoas, e mesmo assim, permanecem intactas perante ao grupo social.

        Por exemplo: Uma moça vê a outra e fala pra amiga: “- Aí, aquela vaca! Como eu odeio ela. Olha ela agarrando o fulano! Que vaca!”

        De repente, a “vaca” vai cumprimenta-la e é recebida com um sorriso, um abraço e um belo papo.

        Essa é a arte de falar mal e ainda ser querida pela difamada. A mentira, o falar mal, o desejar mal, o causar mal, enfim, essa é uma arte cultivada pelas dores sentidas no passado, tanto como impactos negativos familiares corrompem a mente humana.

        Mas aí eu pergunto para vocês leitores: Isso vale a pena? Será que dá pra ser assim e ainda conseguir deitar a cabeça no travesseiro e dormir?

        Pasmem… mas a resposta é sim. Pessoas que são assim, muitas vezes não percebem o erro. E quando percebem, não mudam. Algo do tipo “esquizofrenia”, porque quem tem, não aceita e nem buscar mudar.

        Portanto, aí vai um conselho: Antes de sair, pegue 7 cabeças de alho e coloque na bolsa/ bolso. Não esqueça da água benta, das adagas anti vampiros e um bom, mas um ótimo “Colírio Diet”. Pode não ajudar contra quem fala mal, mas que será engraçado ver você andar com tudo isso, será.

Rodrigo Bianchini