Estava eu assistindo a um quadro de um certo programa jornalístico, aonde diversas “Pseudo-entendedoras” do tema mulheres, auxiliam outras mulheres na busca de algo a melhorar.

        Essas “pseudo-entendedoras” realmente tem embasamento para tais “consultorias”, mas a questão é quem recebe essa consultoria. Muitas vezes o trabalho dessas pseudo-entendedoras poderia ser melhor direcionado a situações de realmente precisão.

        Hoje vi o caso de uma moça, jovem, estabilizada profissionalmente, que quer casar. Mostraram o dia a dia da moça… que dó… bonita, solteira… mas de novo esbarra naquela questão que abordo em diversas crônicas: Mulheres que bebem.

        Desde quando eu vou querer casar com uma moça bonita, gostosa, educada, trabalhadora, mas que na balada vai com os peitos amostra, bebe tequila ou sei lá o que e fica se mostrando e dando em cima de pretendentes? Primeiro que até pra transar eu fico com receio, porque “quando a esmola é demais, o santo desconfia”.

        A futilidade que diversas mulheres exercem no dia a dia, só as impulsionam para um único fim com 2 opções: Ou a solteirisse na velhice ou um cidadão que vai enfeitar sua cabeça com diversos galhos para serem coloridos com bolinhas de natal.

        Eu não entendo… eu quero casar… mas como vou casar, se mamãe não gosta de mulheres que bebem?

 Rodrigo Bianchini