Ooooooa!

Muitos meses depois sem atualizar, estou de volta. Dizem que para um filósofo escrever, ele deve estar depressivo, triste… pode ser também porque tenha vontade de expressar o que pensa em determinado momento.

A grande verdade é que para escrever, deve-se confiar no que se diz, partindo do principo da ligitimidade da sua própria palavra.

Falando de confiança, porque não definir tal termo?

Porque tal termo tem diversas vertentes analíticas e que muitas vezes levam a um ponto comum ou simplesmente à nada.

A confiança é algo conquistado, ou simplesmente sentido em dado momento.

Pare para pensar: Muitas vezes, na fila de um banco, você começa a conversar com uma pessoa estranha. De repente você se pega falando coisas da sua vida para um estranho. E porque? Porque confiou. Não pensou no além papo.

Agora, porque em relacionamentos a confiança deve ser restrita? “Medo?” “Receio?”

Nenhuma das duas definições.

A confiança entre um casal vem da convivencia e senso auto critico e critico de ambos. É a necessidade de confiar em alguém sem “desconfiar”. Definindo em termos simples, confiança em um relacionamento é: INDEFINÍVEL.

Indefinivel porque nunca sabemos o que sentir. Ou muita vezes, sabemos, e “buscamos” sentir.

É igual o amor e a bolsa de valores: Quando você pensa que esta em alta, é aí que ela cai. (By Alemão – Obrigado).

Então, esse post fala tudo e fala nada sobre confiança.

É algo necessário, algo real, mas que no que é menos importante, utilizamos; No que realmente importa e precisamos, desconfiamos.

Portanto, confie. E também desconfie.

Não é a toa que muitos que conheço e falo da minha vida, nunca mais os vejo. To nem aí se vão falar de mim. Agora… eu e minha namorada… é ooooooutra história…

Rodrigo Bianchini