Após meses, mas meeeeeeeeeses mesmo, sem escrever, tomei coragem pra voltar ao blog.

Como dito uma vez, dizem que para um filosofo escrever, precisa estar depressivo ou amando… mas olha… acho que dessa vez vou discordar. Só dessa vez.

Estou enfrentando uma solidão desejada, ou seja, eu busquei estar comigo mesmo. Isso deve-se ao meu casamento (união estavel) que tive a um mês atrás. Separei e dessa vez, busquei a solidão e aconchego da casa de meus pais, ao inves de usar a casa deles apenas para comer e dormir, após horas na balada.

Entendi (Graças a Deus) rapidamente o que me proporcionou de bom esse relacionamento que não tenho magoas nem arrependimentos.

Entendi que um homem precisa sim de uma mulher ao lado, uma companheira, que ajude a crescer, e fique ao lado em diversas situações.

Mas sou, digamos… um pouco individualista… e também, verdadeiro. Talvez por isso tenha resolvido me retirar da casa que aluguei, a qual pintei (male má, mas pintei), a qual coloquei bons moveis… e pude chamar de meu lar… por 2 meses, mas o fiz… ficamos casados por 8 meses… 8 meses que pude dizer que amei. E fui amado. Muito amado. De verdade.

Mas são pensamentos e vivencias, experiências e educações diferentes… que impulsionaram a separação, que ainda dói… mas nenhum dos 2 se sente triste a ponto de chorar. Porque tentamos. Por amor.

E o amor é isso. Tentativa, cumplicidade, dedicação, brigas, beijos, sexo…

E saudade.

Saudade essa que deve ser vivida com a beleza da solidão.

Solidão verdadeira, pura… aquela que não machuca, mas sim, renova.

Como praxe, terminarei minha crônica com uma sacada engraçada…

Aproveito essa solidão para me tocar toda a noite, regado a videos eroticos, com modelos montadas em photoshop… meu HD adora…

Como de praxe…

Rodrigo Bianchini.