O amor é algo lindo, sublime e até mesmo divino, correto?

Mas porque o amor humano machuca tanto? Porque quando amamos alguém, fazemos algo por amar, nos sentimos mal por fazer algo errado, nos dedicamos, passamos por cima de barreiras antes intransponíveis, e depois… O amor acaba.

Acaba de acabado? Não. Acaba pelo fim do respeito ao amor.

Eu comparo isso ao casal antes e depois do sexo. Quer ver como tenho razão?

No relacionamento, antes de falarmos “Eu te amo”, sempre estamos vivendo a conquista do amor a cada segundo.

No tesão, antes do mais básico sexo (Oral, por exemplo), NUNCA falamos que gostamos de sexo selvagem, sexo amoroso… sequer pegamos a mão da pessoa e colocamos em alguma zona erógena.

No relacionamento, 1 dia após o “eu te amo”, o bom dia no telefone fica mais sóbrio; O beijo no encontro não é mais de língua, e sim, um selinho.

No tesão, 1 dia após o sexo, a ligação de bom dia já toma um ar pervertido, esquecendo o tesão da cumplicidade; A primeira frase dita não é “estou com saudade, meu amor”, e sim “Bom dia delícia! Já to com saudade de ficar com você”.

Porque o ser humano é assim? Porque somos assim?

Porque queremos tanto um amor, se não sabemos cultiva-lo, mante-lo…?

Porque ser amado e não saber respeitar os limites ou limitações do outro?

Porque ser egocêntrico no amor? Porque?

Como vi em um comercial de TV: “A vida é feita de perguntas, não de respostas”

No amor, é quase isso… mas na verdade, devemos perguntar porque sabemos as respostas e não as aplicamos.

Nesse momento… estou refletindo… ouvindo uma música aparentemente romântica, que nós faz procurar respostas sobre o amor… respostas essas que já temos, mas não sabemos aplica-las.

É o que dá tentar entender o amor.

Bianchini